Todos me avisaram. Não entre na floresta. Mas como poderia ignorar quando minha própria irmã havia desaparecido naquelas sombras? Aokigahara não é apenas uma floresta. É um lugar onde os mortos se recusam a partir — um mar de árvores ao pé do Monte Fuji que engole os vivos em silêncio. Entrei mesmo assim. A trilha ficou para trás rapidamente. A escuridão entre as árvores era diferente — densa, viva, como se respirasse. Senti olhares onde não havia ninguém. Ouvi sussurros no vento parado. Não era o medo do desconhecido. Era o reconhecimento do que havia dentro de mim: culpa antiga, escuridão própria. A floresta não assombra quem a invade. Ela apenas revela o que você carrega. E eu carregava demais.